Educação ambiental é uma das principais preocupações para a Lagoa do Pé-Leve, diz presidente do CBHRP

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Educar para preservar. Este é um dos principais desafio para a Lagoa do Pé-Leve, de acordo com a presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Piauí, Elza Messias. Em colegiado ocorrido nesta quarta-feira, 19, as ações de recuperação e reflorestamento da Lagoa, que têm sido realizadas pela Prefeitura de Limoeiro de Anadia em parceria com outros órgãos, foram debatidas por entidades integrantes do Comitê.

“Estamos atentos à questão do esgotamento sanitário e do reflorestamento, mas a maior preocupação de todas é a educação ambiental, porque não adianta haver esse trabalho de recuperação se as pessoas não entenderem que é preciso preservar para sobreviver daquilo”, relata a presidente do Comitê.

Atualmente, a Prefeitura de Limoeiro tem voltado diversos esforços com vistas à restauração da Lagoa, desde o esgotamento sanitário até a ação de reflorestamento. Segundo a coordenadora da Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida (Com-Vida), Jakeline Guilherme, foram realizadas as etapas de análise no solo e identificados os insumos necessários para o plantio. A Universidade Federal de Alagoas também foi convidada pelo Município, através da Secretaria de Agricultura, a participar da força-tarefa.

A missão de recuperar a Lagoa do Pé-Leve também tem sido compartilhada com a Prefeitura de Arapiraca – que também compreende a área da Lagoa-, e a partir de parcerias e estudos das diversas entidades ligadas ao Comitê.

Segundo Elza Messias, o projeto prevê que pelo menos 2 mil mudas sejam plantadas às margens da Lagoa. Representando a Prefeitura, estiveram presentes os secretários Municipais de Agricultura, José Souza, e de Meio Ambiente, Maciel Oliveira, além da coordenadora das Com-Vidas Jakeline Guilherme. Esta é a segunda reunião do ano realizada pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Piauí.Há ainda duas reuniões previstas para o próximo semestre, nas cidades de Traipú e Junqueiro.